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Coração
Coração De acordo com o estudo “e COR – Prevalência de Fatores de Risco Cardiovasculares na População Portuguesa”, divulgado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), 68% da população portuguesa apresenta dois ou mais fatores de risco para doenças cardiovasculares e 22% quatro ou mais, sendo os fatores de risco mais relevantes a diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, pré-obesidade/obesidade e tabagismo. Saiba mais! Coração

Ao longo de todos estes meses, o medo da Covid-19 afastou muitas pessoas da consultas, exames e análises. A redução significativa das idas às urgências hospitalares, provocada pelo receio de contágio, também provocou o adiamento do tratamento de muitas patologias cardiovasculares. É importante que não deixe de vigiar a sua saúde, pois a intervenção precoce e atempada pode ser decisiva no sucesso dos tratamentos.

7 Maneiras Fáceis de Cuidar do Seu Coração

Se adotar um estilo de vida equilibrado, a todos os níveis, o seu coração será saudável o que se refletirá na sensação de tranquilidade, nos pensamentos positivos e num sono reparador. Para atingir esse equilíbrio e beneficiar de um “maestro da orquestra”, enérgico e ritmado, partilhamos consigo alguns bons hábitos: 

A Medicina Tradicional Chinesa também cuida do seu Coração

Que é um órgão essencial à vida e responsável por bombear o sangue pelo corpo, todos sabemos, no entanto, para a Medicina Tradicional Chinesa a sua importância é ainda maior, sendo considerado o “maestro” do organismo. O coração, órgão associado à alegria e ao fogo, na medicina chinesa, além de impulsionador do sangue, é o coordenador de todo o sistema, relacionando-se fortemente com o funcionamento da mente. Tanto é que, em chinês, a palavra Xin significa, em simultâneo, coração e mente.

Deste modo, sendo o coração a residência da mente, a presença de um desequilíbrio cardíaco, não irá apenas comprometer a função mecânica.Na realidade, seguindo o mesmo raciocínio, os sintomas de desequilíbrio irão para além das clássicas palpitações, falta de ar ou fadiga.

Nesta visão holística, também os pensamentos negativos, a depressão, a memória fraca e a agitação são sintomas que devem ser tidos em conta na avaliação de um possível desequilíbrio do coração.

Como a Medicina Tradicional Chinesa cuida da saúde do seu Coração?

Atuando, por um lado, na prevenção, e por outro, nos fatores responsáveis pela doença ou desequilíbrio, a Medicina Chinesa pode aumentar, não só a esperança de vida como a qualidade da mesma. A acupuntura, em particular, poderá ser uma das técnicas milenares eleita para ajudar no equilíbrio cardíaco, uma vez que aumenta a qualidade dos vasos sanguíneos, melhora a fluidez do sangue, reduz a dor e a sensação de mal-estar.

No que diz respeito aos fatores que podem pôr em risco o coração, a Medicina Tradicional Chinesa ajuda ainda a reduzir os níveis de stress, a diminuir o colesterol, a regular os níveis de tensão arterial, bem como no processo de deixar de fumar.

O coração abriga a mente, a consciência e o espírito. Tratar do coração é muito mais do que regular a circulação sanguínea e equilibrar a tensão arterial. É também cuidar dos sentimentos, da ansiedade, da depressão, da perda de memória, das insónias e de tantas outras alterações emocionais. 

Como em todas as outras áreas, no corpo humano cada peça tem a sua importância e o equilíbrio de cada uma delas é importante para que o conjunto esteja em pleno funcionamento e harmonia.

No mês do Coração, cuide do seu! 

Saúde Ser Grande

Para ser grande, sê inteiro:

Nada teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa.

(…)

Fernando Pessoa

saúde

O ser humano pode viver até aos 130 anos. Anita Liberalesso Neri, professora e pesquisadora em gerontologia, afirma que hoje temos condições teóricas para chegar aos 130 anos. O que fazer então para alcançar o nosso potencial?

Viver mais e melhor é o desejo da maioria das pessoas. Muitas, à semelhança dos orientais, já se preocupam com a saúde de uma forma preventiva e encontram na Medicina Tradicional Chinesa (MTC), uma excelente aliada. Efetivamente, “Esperar ficar doente para procurar o médico, é como esperar ter sede para começar a cavar o poço.”, Imperador Amarelo.

A Medicina Tradicional Chinesa entende o indivíduo como um todo e a saúde como um dinâmico e ténue equilíbrio entre os aspetos físicos, mentais, emocionais e espirituais da sua vida, bem como do seu relacionamento com o meio em que vive. Através de diferentes terapêuticas, regulariza o fluxo energético, equilibra mente e corpo, permitindo ao organismo a auto- preservação, essencial para retardar o envelhecimento, prevenir e tratar doenças. Esta visão holística do individuo (de diagnóstico e de tratamento) permite tratar a pessoa e não apenas o sintoma. O sintoma aparece sempre para nos pedir mudanças e não para nos pedir analgésicos! É preciso ouvir o que tem para nos dizer e identificar a causa do desequilíbrio. Posteriormente, o tratamento irá atuar nos sintomas, mas também na causa do mesmo. A palavra “holística” vem do grego “holos” e significa algo que é um todo em si mesmo e, simultaneamente, uma parte de um sistema maior.

A Medicina Chinesa foi desenvolvida e aperfeiçoada ao longo de milhares de anos e baseia-se nos princípios (Taoistas) do equilíbrio yin-yang.

Através da observação da Natureza, concluiu-se que tudo no Universo é composto por dois aspetos opostos, que se completam entre si, mantendo o equilíbrio natural – Yin e Yang. Eles formam um movimento circular, onde Yin se transforma em Yang e Yang se transforma em Yin. É o dualismo em ação. Representam algo que é único, mas que se apresenta em dois aspetos, opostos e complementares. Não há melhor nem pior, são apenas faces diferentes de um mesmo objeto. Porque tudo está conectado através do círculo, a saúde é entendida a partir de uma perspetiva ampla.

De acordo com a filosofia oriental, o primeiro passo para vivermos em equilíbrio e harmonia com o mundo é encontrarmos o nosso próprio equilíbrio e harmonia. Se seguirmos o princípio do Yin e do Yang, viveremos saudáveis, em sintonia com a natureza.

Hoje em dia, andamos a mil à hora e esquecemos-nos de viver. Precisamos direcionar a nossa atenção para a sabedoria milenar e reaprender a respirar, a comer e a escutar-nos. Quando prestarmos atenção aos sinais vindos do corpo e às suas necessidades, estaremos a respeitar a nossa natureza, o que só nos trará saúde e felicidade. De acordo com a Medicina Chinesa, deveríamos aplicar o princípio da moderação a todas as situações da vida: é tão prejudicial para o organismo praticar exercício em excesso, como ter uma vida demasiado sedentária. Os antigos, moderavam-se no beber e no comer, as suas atividades eram regulares e não cometiam excessos. Assim, gozavam de saúde física e mental e viviam até idade avançada. Para manter o equilíbrio, diziam, as influências nocivas e os ventos perversos devem ser evitados, e as pessoas devem conservar-se tranquilas no coração e livrar-se de toda a forma de ganância.

Um aspeto importante da Medicina Tradicional Chinesa é considerar a prevenção um fator preponderante para a saúde, o que leva inevitavelmente ao detalhe do estilo de vida, hábitos alimentares, exercício físico, bem-estar físico e mental. Quer na vertente preventiva, quer na vertente curativa, esta medicina, integra um conjunto de métodos de tratamento, dos quais destacamos:

Acupuntura com e sem agulhas – Técnica terapêutica reconhecida pela Unesco, em 2010, como património cultural intangível da humanidade, mobiliza e regulariza a energia vital (Qi) do paciente, através da inserção de agulhas muito finas ou da incidência de um feixe de luz (laser) sobre os meridianos.

Acupuntura Estética e anti aging – Bastante difundida na China e no Brasil, poderá utilizar agulhas de acupuntura, elétrodos ou laser, colocados em determinados pontos de acupuntura.

 

Tui na – Tem um objetivo idêntico ao da acupuntura, mas a manipulação da energia é feita através da massagem.

Moxabustão – O efeito da moxa é semelhante ao da acupunctura, sendo que estimula através do calor, certos pontos e/ou regiões para fortalecer a circulação do Qi (energia) e do sangue.

Ventosaterapia – O efeito de sucção provocado pela ventosa, ativa a circulação, favorece a nutrição dos músculos e alivia tensões, dores musculares e articulares. A ventosa tem ainda a propriedade de limpar o sangue das toxinas acumuladas no organismo.

Alimentação (dietética chinesa) – “Somos o que comemos”. Um dos primeiros passos para sermos saudáveis consiste em mudar a nossa relação com o alimento – deixarmos de o consumir de forma mecanizada e inconsciente, para passarmos a conhecer as nossas reais necessidades e nos alimentarmos em concordância. Pequenas dicas e orientações da MTC podem auxiliar neste processo.

Fitoterapia – Tal como a dietética chinesa preserva e nutre a essência. Combinada com a acupuntura, constitui um importante pilar do tratamento. A fitoterapia chinesa com mais de 600 plantas distintas, permite uma enorme variedade de combinações, tendo em conta a natureza da patologia e as características das plantas. Uma fórmula poderá conter de 4 a 20 plantas para uma maior eficácia terapêutica.

Exercício Físico – Exercícios integrados de respiração, circulação de energia e meditação, como: Chi Kung, Tai Chi Chuan e algumas artes marciais. Estas práticas podem contribuir para o reequilíbrio do organismo.

Deixar velhos hábitos e fazer escolhas sábias serão vitais para a sua saúde, bem-estar e longevidade. A verdade é que desfrutar de todo o seu potencial, depende apenas de si!

 

 

 

AlegriaA Alegria evita mil males e prolonga a vida.

William Shakespeare

 

AlegriaCuide de si , Sorria!

Sabia que a alegria contribui decisivamente para viver mais e melhor? A palavra alegria deriva do latim alacer ou alacris, que para além de alegre, significa também vivo, esperto, ardente, cheio de entusiasmo ou ardor, características próprias de um organismo saudável e impregnado de energia vital. A alegria é a expressão de que estamos bem, a “expressão de uma vida plena” (Aristóteles).

O dicionário define a Alegria como “um sentimento de contentamento, jubilo, satisfação e prazer de viver”. Os seus principais sintomas são o brilho nos olhos e o sorriso nos lábios. Quando se intensifica pode dar origem ao riso e à gargalhada.

Lá diz o ditado que “Rir é o melhor remédio”. Efetivamente, quando rimos aumentamos a produção de endorfinas e serotoninas, as “hormonas da felicidade” e baixamos os níveis de cortisol e adrenalina, as “hormonas do stress”. A tensão arterial é regularizada e a circulação melhora. Os músculos e os órgãos relaxam. A digestão melhora. O sistema imunitário é reforçado. A resistência à dor e às doenças aumenta. O sono é reparador e o desempenho sexual melhora. Na extensa lista de benefícios, que não termina aqui, podemos ainda encontrar o seu efeito “anti-rugas”. A alegria faz bem à saúde e é um excelente “produto de beleza”. As pessoas alegres ficam mais bonitas, simpáticas e atraentes.

A alegria é uma energia positiva que vem de dentro e que se manifesta em quem está de bem com a vida e a vive intensamente, apesar das dificuldades e dos desafios. Felizmente, a alegria é contagiante. “O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior…” (Alfred Montapert). Tem ainda a particularidade de se “auto-sustentar”, devido ao “ciclo virtuoso” da endorfina – o bom humor, que resulta da libertação de endorfina, produz bem-estar e o bem-estar, por sua vez, aumenta a propensão para o bom humor.

Para a Medicina Tradicional Chinesa, a Alegria expressa-se através do Coração e está associada ao elemento Fogo. Quando o Fogo está em equilíbrio dá-nos bons pensamentos e sentimentos, força de vontade e facilidade de comunicação.

A Alegria é essencial, faz parte do ser humano. Quando moderada, fortalece o coração e traz felicidade. Porém quem ri à toa, dá gargalhadas escandalosas com frequência ou fala demais dos seus sentimentos, por exemplo, denuncia problemas neste elemento, tal como quem nunca ri, nem fala dos seus sentimentos. Viver sem prazer ou levar uma vida de prazeres excessivos fragiliza o coração e, mais cedo, ou mais tarde, provocará doenças cardíacas. O espetro da Alegria pode variar da depressão (o máximo da tristeza) até a mania (o máximo da euforia), qualquer dos extremos resulta de desequilíbrios e deve ser tratado.

A filosofia oriental entende o indivíduo como um todo e a saúde como um dinâmico e ténue equilíbrio entre os aspetos físicos, mentais, emocionais e espirituais da sua vida, bem como do seu relacionamento com o meio em que vive. Através de diferentes terapêuticas, das quais faz parte a acupuntura, regulariza o fluxo energético, equilibra mente e corpo, permitindo ao organismo a auto preservação, essencial para retardar o envelhecimento, prevenir e tratar doenças. A Medicina Chinesa ao corrigir os desequilíbrios, devolve ao organismo a capacidade de fabricar boas emoções, sendo muito eficaz na recuperação da alegria e do prazer de viver.

Hoje, muitas são as pessoas que vivem angustiadas, insatisfeitas e sem alegria. Presas ao passado ou receosas do futuro, permitem que traumas e medos limitem as suas forças e sabotem as suas capacidades e oportunidades.

Na Medicina Chinesa, o coração é responsável pela capacidade de adaptarmos as nossas reações interiores às exigências exteriores. Se a adaptação é boa, ficamos alegres. Pelo contrário, se as emoções não se adaptam às exigências exteriores, a nossa alegria de viver diminui e as consequências logo se farão sentir.

As nossas emoções estão intimamente ligadas ao corpo físico. Os sintomas físicos são sempre um alerta! Devemos prestar-lhes muita atenção, para que os desequilíbrios que os originaram, possam ser corrigidos e, assim, impedidos de evoluir para doenças mais complexas.

 

 

SEGUNDA A SEXTA 9.00 - 19.00
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